Samira Vera-Cruz

Nascida em São Vicente, Samira Vera-Cruz é uma jovem realizadora e produtora Cabo-verdiana.

Licenciada em Estudos Cinematográficos com especialização em Comunicação Internacional, na Universidade Americana de Paris, a cineasta tem experiência profissional em Cabo Verde, Angola e Moçambique.

Fundou a sua própria produtora audiovisual, Parallax Produções, em 2016, começando as suas próprias produções. Arrancou a sua carreira enquanto realizadora com a curtametragem

“Buska Santo”, que foi mostrada em diversos festivais e ganhou o prémio de melhor ficção no Festival Oiá, em 2017 (Mindelo, Cabo Verde).

Vencedora do Concurso Curtas PALOP-TL UE 25 anos, representando Cabo Verde, a Samira realizou o seu primeiro documentário “Hora di Bai” que teve estreia mundial em Maputo, Moçambique. O “Hora di Bai” já foi exibido em diversos festivais e mostras em Cabo Verde, Brasil, Canadá, Estados Unidos da América, Portugal, Bélgica, Polónia, Guiné Bissau, Moçambique, Angola, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Madagáscar.

Em 2017 estreou a sua primeira longa-metragem de ficção, “Sukuru”, um thriller psicológico sobre a esquizofrenia e toxicodependência, feito inteiramente sem financiamento.

É produtora local de várias produções audiovisuais internacionais, nomeadamente da França, Inglaterra e Nigéria.

A jovem realizadora foi selecionada para o Talents Durban 2019, durante o Festival Internacional de Cinema de Durban, no qual participou com o seu projeto de documentário “E Quem Cozinha?” e recebeu o Prémio de Consultoria em Relações Públicas no fim da residência.

Com o mesmo projeto, foi selecionada para representar Cabo Verde na residência de escrita de documentário da edição de 2019 do festival FIDADOC, em Agadir, Marrocos.